HUGO.MARQUES
26 anos, Marceneiro / Ébéniste
Este jovem que iniciou o seu programa técnico de marceneiro, do Institut des métiers d’art em associação com o Cégep du Vieux-Montréal (3 anos), pouco seguro da sua escolha, é hoje um apaixonado pelo que faz na vida. A formação teórica e prática permitiu-lhe aprender o papel de marceneiro, uma profissão que necessita não só de esforço físico, mas também de sentido lógico e analítico para se poder conceder um projecto realizável com a matéria-prima adequada; e desenvolver a sua criatividade.
Iniciaste o curso de marcenaria pouco confiante e motivado. O que te fez mudar?
“Não sabia se ia gostar, mas experimentei; é como se diz: quem não arrisca não petisca… Por vezes é o destino! Fiz a minha primeira cadeira, a segunda e a paixão por trabalhar em marcenaria nasceu dentro de mim!”
Sentes-te satisfeito, realizado pessoal e profissionalmente?
“Acabei o curso satisfeito por ter realizado algo e por saber que tinha no bolso uma chave que me permitiria trabalhar com sucesso na minha profissão. O meu primeiro contrato foi fazer o bar da discoteca CONGA. As experiências foram depois acumulando-se e agora a oficina é o meu local de trabalho!”
Qual o teu conselho para os jovens de hoje em dia?
“Mais importante do que ter um diploma técnico ou um diploma de estudos profissionais é imprescindível gostar da profissão que se escolhe. Um conselho: por vezes devemos experimentar para sabermos com certeza se gostamos de determinada profissão e, sobretudo, se corresponde à nossa personalidade.”







